terça-feira, 30 de junho de 2020

TAO

O ideograma Tao significa “via” ou “caminho”, com um significado profundo e abstrato para a religião e filosofia chinesa.

TAO é o que há de mais profundo e misterioso na realidade e tem relação como fluxo e essência da Vida.

É tudo que existe.

O TAO é o Caminho, o caminhante e a caminhada.

Segundo o livro Tao Te King (traduzido como O Livro do Caminho e da Virtude, é uma das mais conhecidas e importantes obras da literatura da China. Foi escrito entre 350 e 250 a.C. A sua autoria é tradicionalmente atribuída a Lao Tzi (literalmente, "Velho Mestre"), porém a maioria dos estudiosos atuais acredita que Lao Tzi nunca existiu e que a obra é, na verdade, uma reunião de provérbios pertencentes a uma tradição oral coletiva, versando sobre o tao (a "realidade última" do universo).A obra inspirou o surgimento de diversas religiões e filosofias, em especial o taoismo e o budismo chan (e sua versão japonesa, o zen) Em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tao_Te_Ching): o TAO “age sem agir”. O TAO é natural!

Filosofia Taoista

Segundo a Sabedoria Taoista, agir e fluir, de acordo com a natureza, com sutileza, é melhor do que usar a força. A fonte mais profunda, em nós, é a que verdadeiramente nos guia para nossa interação pessoal com o Universo.

O desejo bloqueia nossa compreensão do Caminho.

Moderar o desejo gera clareza, lucidez e contentamento. Para o Taoismo o desejo gera insatisfação humana, pois, quando um desejo é satisfeito, outro, mais ambicioso, surge em seu lugar.

De acordo com a filosofia Taoista, a vida deve ser apreciada como ela é, em lugar de forçá-la a ser o que não é, por isso, não se deve desejar nada, “nem mesmo não desejar”.

A visão Taoista expressa que fazemos parte de uma Unidade, que se manifesta na diversidade e está em constante movimento e transformação, dessa forma tudo é é expressão da vida, em seu fluxo natural. O Dualismo, segundo o Taoismo, é a manifestação dos princípios básicos e das duas forças que regem o mundo: Yin e Yang



Quanta sincronia... independente da cultura, da nação onde vivemos, de como o conhecimento vem a nós é similar e complementar, nos relembrando sempre que somos uma unidade e quando tivermos esse entendimento dentro de nós teremos uma vida plena e feliz.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

A COMPLICADA ARTE DE VER

O que vemos e o que deixamos de ver.

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: 
“Acho que estou ficando louca”. 
Fiquei em silêncio aguardando que ela me contasse os sinais da sua loucura. 
E Ela foi contando : 
“Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria!
Alguns dias atras, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. 
Mas, cortada a cebola, eu tive um susto. 
Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica.
De repente, a cebola se transformou em obra de arte para ser vista! 
O mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… 
Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. 
Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. 
Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro:
- ‘Rosa de água com escamas de cristal’. 

Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

Ver é muito complicado.
Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. 
Mas existe algo na visão que não pertence à física.

William Blake sabia disso e afirmou: 
- “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. 

Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado.

Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.

Adélia Prado disse: 
- "Deus, de vez em quando, me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.

Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem.

Não ser cego não basta para ver as árvores e as flores. 

"Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios”, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. 

O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.

Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. 

O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada “satori”, a abertura do “terceiro olho”. 

Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: 
- “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram”.

Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, “seus olhos se abriram”.

Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em “Operário em Construção”: 
- “De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa – garrafa, prato, facão – era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção”.

A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. 

Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas – e ajustamos a nossa ação. 

Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.

Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. 

Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. 

Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras.

Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: - - "A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas”.

Por isso – porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver – eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. 

Como o Jesus menino do poema de Caeiro. 

Sua missão seria partejar “olhos vagabundos”…

Rubem Alves

Uma síntese maravilhosa, sobre a compreensão do verdadeiro olhar, quantas vezes olhamos e não enxergamos?

Temos que parar e reaprender a ver, a tirar todos os filtros que nos impendem de contemplar as belezas da vida. 

Tirar as amarguras do tempo de viver a beleza da simplicidade.

GRATIDÃO

domingo, 28 de junho de 2020

UBUNTU

Ubuntu é uma palavra existente nas línguas zulu e xhosa, faladas na África do Sul, que exprime um conceito moral, uma filosofia, um modo de viver que se opõe ao narcisismo e ao individualismo tão comuns em nossa sociedade capitalista. 

Crianças Xhosa mostram o que é ubuntu: “eu sou porque nós somos”. A jornalista e filósofa Lia Diskin durante o Festival Mundial da Paz, ocorrido em Florianópolis, em 2006, contou o seguinte caso de uma tribo na África: 

"Um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo Ubuntu e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Como tinha muito tempo ainda até o embarque, ele propôs, então, uma brincadeira paras crianças que achou ser inofensiva. Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, colocou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “já!”, elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. 
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “Já!” instantaneamente todas as crianças se deram as mconvivência harmoniosa em sociedadeãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes. 
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. 
Elas simplesmente responderam: 
 –Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?
Ele ficou pasmo. Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo? "

Ubuntu significa: “Eu sou porque nós somos” ou, em outras palavras “Eu só existo porque nós existimos”. “Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?” A resposta singela da criança, é profunda e vital pois está carregada de valores como respeito, cortesia, solidariedade, compaixão, generosidade, confiança – enfim, tudo aquilo que nos torna humanos e garante uma convivência harmoniosa em sociedade.

Em: https://ensinarhistoriajoelza.com.br/ubuntu-o-que-a-africa-tem-a-nos-ensinar/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues

Tudo o que mais valorizo na minha vida, harmonia e solidariedade... e tem gente q ainda diz q a humanidade  está perdida... mas ainda temos Nações inteiras que perpetuam a harmonia, o respeito e a solidariedade.

sábado, 27 de junho de 2020

Confiança

Um dos nossos pontos de força é  a CONFIANÇA.

Com CONFIANÇA seguimos determinados, temos disposição  para enfrentar qualquer desafio que possa surgir.

A CONFIANÇA podemos ver com clareza e que o medo de ser menor que os problemas desaparece.

Nos sentimos maior que qualquer problemas...

A CONFIANÇA nos permite olhar p nós  mesmos e enxergar nosso potencial de encontrar grandes soluções  e nos superar...

Encontre sua CONFIANÇA e se permita ser a sua melhor versão. 

 

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Cure-se

"O amor que existe no seu coração é tamanho que você poderia curar o planeta inteiro.  Porém, por enquanto, vamos usar esse amor para curar a você mesmo. 
Sinta um calor começar a surgir no seu centro cardíaco, uma ternura, uma bondade. Deixe essa sensação começar a mudar o que você pensa e fala sobre você mesmo. 

Diga:  

Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
A mudança é a lei natural de minha vida. Dou boas-vindas a ela. 
Estou disposto a mudar. 
Escolho mudar meu pensamento. 
Escolho mudar as palavras que uso. 
Vou do velho para o novo com facilidade e alegria.
É mais fácil perdoar do que eu imaginava. 
O perdão me faz sentir livre e leve. 
É com alegria que aprendo a me amar mais e mais. 
Quanto mais ressentimento desprendo, mais amor tenho para expressar. 
Modificar meus pensamentos me faz sentir que sou bom. 
Estou aprendendo a escolher fazer de hoje um prazer a ser vivenciado. 
Tudo está bem no meu mundo."                

Louise L. Hay 🌹

E aqui destaco a seguinte frase:

"Quanto mais ressentimento desprendo, mais amor tenho para expressar."

E essa frase tem uma força sem tamanho, quando deixamos de perder tempo com o que baixa nossa energia temos muito mais tempo p bem e p coisas produtivas... temos mais tempo para o que realmente queremos, e o q a sociedade mais reclama? Da falta de tempo então vamos seguir nosso dia nos dedicando ao q realmente é importante e veja como seu dia vai parecer muito maios.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

PENSAR

Nossos pensamentos não podemos controlar, mas podemos administrar....

Podemos escolher a quais pensamentos vamos nos dedicar.

Pode parecer impossível, mas é um exercício.

Nosso cérebro tem artimanhas p economizar energia, e nos conduz ao q ele pensa q é confortável, então ele nos enche de informações para nos deixar confortáveis, mas algumas ou muitas vezes esse turbilhão de pensamentos acabam nos atormentando... 



Então para!

Seja dono de si.

Seja dono dos seus pensamentos.

Seja um pensador e não um escravo dos seus pensamentos.

EU POSSO

EU POSSO

EU POSSO

quarta-feira, 24 de junho de 2020

ILUSÕES - MAYA

O mundo material é Maya – a Grande Ilusão. O seu persistente domínio da consciência humana deve ser superado pelo verdadeiro conhecimento da Realidade – Jnana.

Um dos postulados básicos da filosofia Hindu é que aquilo que conhecemos como mundo material, é uma ilusão dos sentidos.

O que percebemos como mundo real, concreto e sólido, resulta de uma percepção de nossa consciência, mediada pelos sentidos físicos, mas essa visão não corresponde à essência da Realidade tal como é. Dessa forma, o mundo material é Maya – a Grande Ilusão.

Maya deriva da contração de ma, que significa “medir, marcar, formar, construir”, denotando o poder do deus ou demônio de criar ilusão, eya, que significa “aquilo”.

Maya é tudo que pode ser medido. O mundo todo pode ser medido, é por isso que ele é Maya.

No Bhagavad Gîta, por exemplo, encontramos sobre isso com uma clareza e profundidade inigualáveis.

Aquilo que é irreal, ilusório, não tem em si o Ser Real; não existe na realidade, e sim só na ilusão (Bhagavad Gita II-16)

É importante refletirmos sobre a Ilusão para entendermos que tudo é transitório, tem um início e um fim: nisso consiste a força de Maya. Necessitamos passar para mais além das manifestações dolorosas de Maya.

Todas as coisas visíveis são Maya. Maya desaparece através da sabedoria (Gnosis). Deveríamos trabalhar para nos livrarmos de Maya. Quando o Espírito, o Íntimo, se liberta de Maya, retorna ao Ain Soph da Cabala. Com a pratica da Gnosis podemos rasgar o véu de Maya e retornar ao Ain Soph.

O Senhor Buda ensinou que os mestres conquistaram Maya e a mente somente pela meditação profunda. Entre no silêncio. Medite. Medite. Solidão e intensa meditação são dois requisitos importantes para a auto-realização.


Ótimo p refletir.... a minha compreensão é que essa busca humana por bens não leva a nada se não puder viver esses bens, o acumulo exagerado não serve p nada é a mera ilusão de possuir, um possuir vazio que na realidade não tem utilidade nenhuma apenas por satisfação do ego. 

Vamos viver a realidade e parar de cair nas armadilhas dos nossos olhos que são iludidos com uma falsa utilidade, vamos tirar esse véu e viver, ser...

Gratidão por deixar mais esse véu da ignorância cair.

terça-feira, 23 de junho de 2020

MANI MANTRA

Prana Apana Sushumna 
Hari Hari
Har Hari Har Hari Har Hari 

Tradução:

Prana - Força da vida 
Apana - Grande limpeza do Sistema 
Sushumna - Canais para a Força da Vida 
Hari / Har - Grande Infinito Criativo 



Esse mantra ajuda a extrair energia da coluna para a cura. 
Hari e Har são nomes de Deus. 
Quando prana e apana fluem juntos através de Sushumna - a passagem central da coluna vertebral - para o topo da cabeça, a experiência do samadhi que é a meditação completa, é o objetivo de toda prática iogue. Prana é a força vital, a energia vital. Apana é a força eliminadora ou a remoção de força ou energia Negativa. Sushumna é o canal através do qual essas energias se movem em torno do nosso corpo. Hari e Har fonte de cura, alguns também dizem que a palavra Hari vem de Hara, que significa removedor, removedor de dor e negatividade. Este mantra é um dispositivo de cura muito poderoso. Tanto para a cura física quanto emocional. 

Prana é energia em seu sistema. Ao usar este mantra para curar, concentre-se em sua respiração e, ao inspirar, visualize que uma força (energia vital) está purificando todo seu corpo (Sistema). 

Com Apana, visualize que toda a dor e negatividade e bloqueios de energia dentro de seu corpo estão sendo removidos. 

E Sushumna, é o canal, através do qual a energia está circulando em seu corpo. Visualize o ar e a energia circulando dentro de todo o corpo, cada célula do seu ser é iluminada pela força vital. 

Quando chegamos à palavra Hari, sorria e aproveite todas as coisas maravilhosas que o universo tem a oferecer. Isso Hari tem para oferecer.


Em: https://youtu.be/GAKE3TI2-dE
Música neste vídeo: Prana Apana 
Artista-Meditative Mind 
Álbum-Prana Apana

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Si mesmo

Nunca é alto demais o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo. (Friedrich Nietzsche)

É essa grandeza nem sempre é  compreendida.

Sermos o capitão do nosso navio, o protagonista da nossa história.....

Viver e não  apenas sobreviver.

Essa liberdade,  verdadeiro livre arbítrio, e seja lá como vc queira se encontrar nem si mesmo, que seja verdadeira, pois em SI MESMO tem tudo o que precisa:

EM SI MESMO, 

Tem a calma e a serenidade para viver em meio às contradições ...
Tem a disposição  e a força p seguir o q seu coração deseja...
Tem imaginação  e a lógica para refletir sobre as possibilidades...

EM SI MESMO vc vive livre, vc se entende,  vc se completa e compreende melhor tudomomqmesta a sua volta com respeito e paz.

PAZ É LUZ

E gratidão  por viver essa compreensão.

domingo, 21 de junho de 2020

Dia internacional de YOGA



Foi oficializada pela ONU em sua 69ª assembleia geral, realizada no dia 11 de dezembro de 2014 e recebeu a mais alta taxa de aprovação até então recebida numa assembleia da ONU, tendo recebido votos a favor por 175 nações.

A adoção da data visa a conscientizar sobre os benefícios do Yoga– prática ancestral nascida na Índia que visa à ampliação da consciência e espiritualidade – para um melhor estilo de vida individual e para desenvolver a saúde global.

A data

O dia 21 de junho marca o Solstício de Verão no hemisfério Norte. Na perspectiva do Yoga, o Solstício marca a transição para o Dakshinayana (é o período de seis meses entre o solstício de verão e o solstício de inverno , quando o sol viaja em direção ao sul na esfera celeste , começa em Karka Sankranti ou 16 de julho, quando marca a transição do Sol para Karka rashi (Câncer). Ele marca o final do período Uttarayana de seis meses do calendário hindu e o início do Dakshinayana, que termina em Makar Sankranti e o período Uttarayan começa.
Segundo os Puranas, Dakshinayana marca o período em que os deuses e deusas estão em seu sono celestial). Além disso, a primeira lua cheia após o solstício é chamada de Guru Poornima, onde é celebrado o Guru Purnima Puja (ritual em que são homenageados os Gurus, que são os transmissores do conhecimento do Yoga). De acordo com a tradição yogi, a primeira transmissão do conhecimento do Yoga foi feita neste dia por Shiva, o primeiro Guru. O solstício também é considerada uma data especial, quando as influências cósmicas tornam favoráveis as práticas espirituais.

Antes

A Confederação Portuguesa de Yoga (CONPORYO) já comemora a data desde 2001, como o Dia Mundial do Yoga e fez diversos esforços para oficialização da data, incluindo:
ter proposto a adoção desta data a diversas organizações hindus, como a Hindu Dharma Acharya Sabha e S-VYASA Vivekánanda Yoga University, que passaram a comemorá-la desde 2011.
ter reunido a assinatura de diversos mestres de Yoga indianos que apoiaram tanto a criação de uma data comemorativa tanto quanto o dia escolhido para isso: 21 de junho, o solstício de verão.
ter atuado junto a estes representantes, culminando com a proposição da data à ONU pelo primeiro ministro da Índia.

A proposição foi encaminhada pelo primeiro ministro da Índia, Narendra Modi no dia 27 de setembro de 2014 e conseguiu dois feitos históricos. Foi a primeira resolução aprovada em menos de 90 dias a partir da data de proposição. Foi a votação mais bem sucedida em toda a história da ONU, sendo aprovada por 175 nações. Além disso a proposição foi apresentada na assembleia pelo Embaixador da Índia nas Nações Unidas, Ashoke Mukherjí, que em sua primeira participação em uma assembleia da ONU.

Reconhecimento

A Resolução 69/131 da ONU (que cria o Dia Internacional do Yoga), reconhece que o Yoga proporciona uma abordagem holística da saúde e bem-estar, e que uma maior conscientização sobre os benefícios da prática de Yoga seria benéfica para a saúde da população mundial.

Reconhece que a saúde global é um objetivo a ser desenvolvido em longo prazo e requer a cooperação internacional por meio do intercâmbio de melhores práticas que visem a construção de um melhor estilo de vida individual. O Dia Internacional do Yoga ajudaria indivíduos e populações fazerem escolhas mais saudáveis ​​e seguirem padrões de vida que promovam a boa saúde.


Yoga me salvou e eu vivencio diariamente o bem estar que essa pratica tão completa proporciona.

Gratidão